O meu problema é, e irá ser eternamente o facto de eu importar-me imenso com aquilo que os outros pensam. Chega a um ponto; uma etapa em que se faz o click. Em que fecho a porta e não olho mais para trás. A altura em que já não massa nem mói, tão pouco dói ou destrói, mas primeiro que lá chegue a caminhada é um verdadeiro suplicio, repleto de palavras dolentes ditas involuntariamente, que se alojam na atmosfera e castigam todas as acções que praticamos e a mais inócua palavra que proclamarmos. Li em qualquer sítio que as coisas só têm a importância que lhes damos, e que vemos as coisas da dimensão que queremos e não da que corresponde à realidade. Agora, expliquem isso a uma coisa chamada sensibilidade. Quando se deposita esperanças e crenças em pessoas que afinal nunca passaram disso mesmo. E leva-se um estalo da vida, uma e duas e as vezes que forem precisas. A questão é que quando as pessoas importam para nós serão sempre de dimensões colossais, e mesmo depois de todos os estalos do mundo, a opinião delas vai-nos sempre importar até se dar o click.
A minha vida é um estrépito constante. Está assim…sem certezas. Na leveza do vento. Espera-se. Tudo…
Sem comentários:
Enviar um comentário