Já estive mais longe de ser apetrechada em praça pública pelas opiniões que manifesto face às mais diversas coisas, pessoas e situações. Quem me conhece sabe que é assim: boca ao lado do coração. E sai, e eu não faço nada, as palavras simplesmente ganham vida e são cuspidas na atmosfera. E depois há aquelas pessoas que me chamam à atenção por acharem que digo as coisas duma forma “não muito apropriada”. Pois eu digo: não há formas apropriadas ou delicadas de dizer a verdade, porque a verdade dói e é uma cabra. E nem que eu apareça com 2 ramos de rosas e 20 caixas de bombons ao pé da pessoa e lhe diga: ‘’Isto é para ti, para te sentires melhor porque estou prestes a dizer que o que fizeste faz de ti uma pessoa de merda e que não interessas nem ao menino Jesus, mas olha, estão aqui umas rosinhas pra ver se te sentes melhor e uns bombons pra ver se engordas mais uns 300kg, e faço isto apenas porque gosto muito de ti. Ah espera, afinal não gosto, esquece’’. ISSO É UMA MERDA DUMA HIPOCRISIA! Não há formas de dizer a verdade ou aquilo que se pensa, porque da mesma forma que eu digo Adoro-te e a pessoa fica arrebatada também digo Não gosto de ti e a pessoa fica melindrada com vontade de me arrancar os cabelinhos. Ponto. Porque razão há de haver boas formas para dizer coisas más e não haver uma fórmula fantástica p’ra se dizer as coisas boas? É a mesma coisa.
Eu não mando na vida de ninguém. Aliás, cada um vive a sua vida o melhor que pode e sabe. Porém, não me peçam para não ironizar com certos factos ou certos modos de viver. E até há gente que se pode rir da minha própria forma de viver, não censuro. E até podemos rir em conjunto: tenho celulite, tenho mau humor ao acordar, já perdi imensa gente na minha vida por dizer o que acho, já levei chapadonas sem mão do tamanho do Big Ben, prefiro comprar uma garrafa de álcool e bebe-la em casa com amigos do que ir pra rua e fazer figuras tristes, prefiro ser anti-social do que fumar só pra dizer que sou muita fixe e o cigarro fica-me bem e concerne-me um certo estilo, sou má ginasta..tenho praticamente 20 anos e ainda não consigo fazer os requisitos mínimos e há miúdas com 7 anos que me metem a um canto, como pouco e tenho 300kg enquanto que há quem coma este mundo e o outro e continue com 20, faço desporto que nem uma mula mas a celulite não vai a lado nenhum enquanto que há gente que fica no sofá a comer bolachas e parece a Kate Moss, nas relações amorosas só me calham avantesmas. Enfim, poderíamos ficar aqui a noite toda a enumerar coisas que me fazem rir e fazem os outros rir. E eu acho muito muito saudável rir de nós próprios. Se lamento muitas dessas coisas? Sem dúvida. Se me divirto muito porque elas são mesmo assim e por muito que faça elas não mudam? Também! Eu aceito os meus defeitos, aceito a minha forma de viver e rio-me de certos aspectos dela. Se me incomoda que as pessoas digam coisas a meu respeito? Zero. Se me incomoda que elas o façam nas minhas costas? Sem dúvida que é o pior que me podem fazer. Porém, já me mentalizei que irá ser sempre assim, por mais que sejam os meus esforços para impedir e por mais que as pessoas saibam que têm o completo à vontade para chegar perto e dizerem tudo o que as incomoda em relação a mim. But guess what? Não o fazem. E eu não percebo porquê. Não mordo (ainda).
Eu não mando na vida de ninguém. Aliás, cada um vive a sua vida o melhor que pode e sabe. Porém, não me peçam para não ironizar com certos factos ou certos modos de viver. E até há gente que se pode rir da minha própria forma de viver, não censuro. E até podemos rir em conjunto: tenho celulite, tenho mau humor ao acordar, já perdi imensa gente na minha vida por dizer o que acho, já levei chapadonas sem mão do tamanho do Big Ben, prefiro comprar uma garrafa de álcool e bebe-la em casa com amigos do que ir pra rua e fazer figuras tristes, prefiro ser anti-social do que fumar só pra dizer que sou muita fixe e o cigarro fica-me bem e concerne-me um certo estilo, sou má ginasta..tenho praticamente 20 anos e ainda não consigo fazer os requisitos mínimos e há miúdas com 7 anos que me metem a um canto, como pouco e tenho 300kg enquanto que há quem coma este mundo e o outro e continue com 20, faço desporto que nem uma mula mas a celulite não vai a lado nenhum enquanto que há gente que fica no sofá a comer bolachas e parece a Kate Moss, nas relações amorosas só me calham avantesmas. Enfim, poderíamos ficar aqui a noite toda a enumerar coisas que me fazem rir e fazem os outros rir. E eu acho muito muito saudável rir de nós próprios. Se lamento muitas dessas coisas? Sem dúvida. Se me divirto muito porque elas são mesmo assim e por muito que faça elas não mudam? Também! Eu aceito os meus defeitos, aceito a minha forma de viver e rio-me de certos aspectos dela. Se me incomoda que as pessoas digam coisas a meu respeito? Zero. Se me incomoda que elas o façam nas minhas costas? Sem dúvida que é o pior que me podem fazer. Porém, já me mentalizei que irá ser sempre assim, por mais que sejam os meus esforços para impedir e por mais que as pessoas saibam que têm o completo à vontade para chegar perto e dizerem tudo o que as incomoda em relação a mim. But guess what? Não o fazem. E eu não percebo porquê. Não mordo (ainda).
Como estava a dizer, e talvez muitas das vezes também eu peco por ser assim, quando fazemos algo extraordinário temos a imediata reacção de partilhar o feito com o mundo através do facebook. E eu até aceito isso, em parte, porque faço o mesmo muitas das vezes, mas há certos limites. Publicar coisas com o intuito de receber comentários a indicar a extraordinária pessoa que sou porque fiz isto ou disse aquilo é ridículo. Absolutamente ridículo. Mais ridículo é dar projecção a isso para que mais pessoas vejam como sou bom e extraordinário.
Estarão a pensar: “Mas só porque tu não aceitas as pessoas têm deixar de fazê-lo?”. Resposta a isso: Claro que não, simplesmente deixem-me rir à vontade.
Estarão a pensar: “Mas só porque tu não aceitas as pessoas têm deixar de fazê-lo?”. Resposta a isso: Claro que não, simplesmente deixem-me rir à vontade.
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