Isto é tão ridiculo. É absolutamente ridiculo. E eu estou cansada de usar o meu blog para carpir as mágoas; e visto que ele não é nenhum analgésico irrita-me duplamente. Porém, não consigo bem evitar. Preciso de escrever. Escrever o turbilhão de coisas que por vezes me assolam a alma, mas nem sempre sei o que dizer. A minha cabeça, bem como tudo o resto tem andado a 100 à hora.
Penso irremediavelmente que escolho sempre as pessoas erradas, que nunca mais vou ver o amor de perto. E às vezes, pergunto-me se é mesmo disso que eu preciso. De amor. Eu não sinto falta de ninguém. Não sinto a falta de ter uma pessoa constantemente a meu lado, a sussurrar-me ao ouvido mundos. É essa a questão. Eu não sinto a falta de uma pessoa. Mas sinto qualquer coisa, por ti. E isso deixa-me assustada, senão mesmo completamente fodida. Apenas não sei se isto não é passageiro. Por vezes desejo que seja, por outro lado tenho medo de estar a mergulhar numa grandessissima merda da qual depois não consigo sair.
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