o medo ainda me invade. todas as vezes que sinto as molas do trampolim a rolarem sobre os meus pés, todas as vezes que tenho de saltar mais alto e mais alto. só posso pedir desculpa a todas as pessoas que estão a dar o seu melhor para que de alguma forma o medo possa passar ao lado. ginástica é feita de medo também, mas mais do que medo, mora em mim uma vontade inata de vencê-lo. e é contra ele que travo uma guerra, onde vou ganhar só porque sim. só porque se quisermos, conseguimos.
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