

A vida tem destas coisas, mete pedrinhas onde menos se espera, mas bem escondidas para tropeçarmos sem as vermos.
Relembro memórias antigas, sentimentos antigos. Relembro a primeira vez de tudo.
Relembro quando os meus lábios saborearam os teus, relembro o primeiro olhar, o primeiro sorriso, as primeiras trocas de palavras, o primeiro passeio, o primeiro jantar. Deixa-me divagar mais um pouco, peço-te.
Relembro a primeira vez em que as nossas mãos se cruzaram, a primeira vez em que te abracei, em que disse 'Amo-te'. Mar de rosas? O que será isso?
Relembro a primeira discussão, as primeiras palavras que cravejavam o coração tal como flechas, a primeira lágrima derramada, o primeiro grito no escuro, a primeira pancada de raiva.
Viajei pelo tempo contigo, meu amor. Contigo descobri locais só nossos, palavras só nossas que entraram directamente no vocabulário do meu dicionário e não mais sairam, palavras que ficaram registadas no nosso livro, que teve aqueles capítulos menos bons, que chegaram ao fim, mas que não deixaram que ele acabasse e perdesse o valor que tem.
Amor? O que é o amor? Deixa-me divagar novamente.
Amor é amar-te. É querer-te a cada dia, é não imaginar um dia sem olhar para o teu rosto, é querer o teu toque sobre a minha pele, é ansiar pelo teu beijo, é divagar através das memórias que ficaram lá para trás, é sonhar à cerca dum futuro.
Os sentimentos muitas vezes deixam-nos cair em erro, e há sentimentos muito pouco controláveis que passadas umas horas não fazem sentido mas que no momento não nos vem à memória que não são importantes.
Fica comigo, peço-te.
Dei o meu coração, corpo e alma por tudo, e acho que é mesmo assim que deve ser. Amor é mesmo isso, e dar um tiro no escuro, é atirar de cabeça do mais alto precipício e não ver nada cá em baixo.
Por isso, só eu sei o que foram 11 dias sem a tua presença, com todas as memórias de um nós que não existia mais a invadir-me o pensamento de segundo a segundo, querer esbater um sorriso mas de seguida rolar-me uma lágrima sobre a face.
"Falta-me algo" dizia eu, mas poucos percebiam. Fácil é falar e dar concelhos, difícil é estar do lado de dentro.
Desta experiência tirei os meus apontamentos, e aprendi imenso.
Na vida, poucas coisas valem a pena se não tivermos amor ou amizade, eu quero a tua amizade tendo sempre o teu amor, porque sei que é possível, porque o nosso "nós" é mais forte que qualquer pedra se que meta no caminho, e contigo eu sei que caminharei infindavelmente!
Relembro memórias antigas, sentimentos antigos. Relembro a primeira vez de tudo.
Relembro quando os meus lábios saborearam os teus, relembro o primeiro olhar, o primeiro sorriso, as primeiras trocas de palavras, o primeiro passeio, o primeiro jantar. Deixa-me divagar mais um pouco, peço-te.
Relembro a primeira vez em que as nossas mãos se cruzaram, a primeira vez em que te abracei, em que disse 'Amo-te'. Mar de rosas? O que será isso?
Relembro a primeira discussão, as primeiras palavras que cravejavam o coração tal como flechas, a primeira lágrima derramada, o primeiro grito no escuro, a primeira pancada de raiva.
Viajei pelo tempo contigo, meu amor. Contigo descobri locais só nossos, palavras só nossas que entraram directamente no vocabulário do meu dicionário e não mais sairam, palavras que ficaram registadas no nosso livro, que teve aqueles capítulos menos bons, que chegaram ao fim, mas que não deixaram que ele acabasse e perdesse o valor que tem.
Amor? O que é o amor? Deixa-me divagar novamente.
Amor é amar-te. É querer-te a cada dia, é não imaginar um dia sem olhar para o teu rosto, é querer o teu toque sobre a minha pele, é ansiar pelo teu beijo, é divagar através das memórias que ficaram lá para trás, é sonhar à cerca dum futuro.
Os sentimentos muitas vezes deixam-nos cair em erro, e há sentimentos muito pouco controláveis que passadas umas horas não fazem sentido mas que no momento não nos vem à memória que não são importantes.
Fica comigo, peço-te.
Dei o meu coração, corpo e alma por tudo, e acho que é mesmo assim que deve ser. Amor é mesmo isso, e dar um tiro no escuro, é atirar de cabeça do mais alto precipício e não ver nada cá em baixo.
Por isso, só eu sei o que foram 11 dias sem a tua presença, com todas as memórias de um nós que não existia mais a invadir-me o pensamento de segundo a segundo, querer esbater um sorriso mas de seguida rolar-me uma lágrima sobre a face.
"Falta-me algo" dizia eu, mas poucos percebiam. Fácil é falar e dar concelhos, difícil é estar do lado de dentro.
Desta experiência tirei os meus apontamentos, e aprendi imenso.
Na vida, poucas coisas valem a pena se não tivermos amor ou amizade, eu quero a tua amizade tendo sempre o teu amor, porque sei que é possível, porque o nosso "nós" é mais forte que qualquer pedra se que meta no caminho, e contigo eu sei que caminharei infindavelmente!
Amo-te, tinha saudades de ouvir e dizer, mas orgulho-me por nunca ter deixado de sentir. Sempre esteve cá guardado. Pois o nosso livro teve um início, mas jamais terá um fim.


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